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Criações pontuais ou que existiram numa determinada altura.

Os CantAutores - Nova Série
Música, 2006

Na sequência das criações marcantes “Os CantAutores” e “Emboscadas”, Miguel Calhaz e Luís Fernandes retomam a parceria musical e atacam o que ainda sobra da obra menos conhecida dos cantautores José Afonso, José Mário Branco, Fausto e Sérgio Godinho. Os génios de Abril de novo em palco, para não deixar de continuar a prestar tributos.

Monólogo a Duas Vozes
Teatro, 2005 - 2007 | + info

Em “Monólogo a Duas Vozes” os actores encarnam personagens enigmáticas que interagem por força de mirabolantes jogos de palavras, provérbios, estórias, lengalengas e trava-línguas num corropio da memória linguística portuguesa, bem como apontamentos em inglês, francês, espanhol, húngaro e polaco.

Para qualquer idade, este espectáculo proporciona às crianças uma aproximação ao teatro através de repertório do quotidiano infantil. As lengalengas, os trava-línguas e os jogos de palavras recuperam aqui o papel de património didáctico estimulante.

Verdadeiro malabarismo de palavras!

Os CantAutores
Música, 2005

A reposição em formato especial.

Este espectáculo temático cumpriu um roteiro de largas dezenas de concertos em Portugal entre 2001 e 2003, tendo ficado também marcado pela edição do CD “Os CantAutores”.

Concerto de homenagem a 3 grandes figuras da música portuguesa. Parte do repertório recriado e interpretado remonta aos anos da revolução dos cravos em Portugal, centrado na figura mítica de José Afonso (que viveu e compôs até 1987), abrangendo igualmente este projecto a genialidade das obras de Sérgio Godinho e Fausto (com discografia editada até hoje).

Em Abril de 2005, a d'Orfeu repôs em cena esta evocação criativa, comprovando uma música genial e madura, que percorreu caminhos inexplorados de recriação magnificamente comprovados no concerto ao vivo “Os CantAutores”.

Malaquias & Malacueco
Clown, 2006 | + info

“Ai, ai, ai, isto nunca mais começa!”

Este é o mote com que Malaquias e Malacueco, dois animados palhaços e perfeitos trapalhões, dão início à sua apresentação repleta de brincadeiras e boa disposição.

Por entre palhaçadas e humor de situação, a interacção com o público consegue-se ainda através de um punhado de estórias soltas e salpicos musicais com instrumentos pouco convencionais.

Entre malabarismos dançantes, esculturas em balões, cambalhotas aos empurrões e um toque muito particular de magia, Malaquias e Malacueco transmitem o fundamental da nossa vida: a imaginação.

Ideais para animar crianças e adultos, facilmente adaptáveis a qualquer espaço ou evento.

“Ai, ai, ai, isto nunca mais acaba!”

Clave de Xuva
Música, 2001 - 2004

A Clave "xoveu" pela primeira vez no ano de 2001 e propositadamente para o OuTonalidades.

Ao longo da sua existência com várias formações, composta por elementos ligados à d´Orfeu, manteve-se como forma de dar continuidade ao objectivo inicial: recolher temas mais ou menos conhecidos dos públicos de bares e, à sua própria maneira, dar-lhes novas ambiências e sonoridades, tendo sempre uma especial tendência para os autores portugueses.

A informalidade e a variedade de géneros musicais eram as principais características do grupo fazendo "tournée" por bares e salas de espectáculo.

Nas noites de "Xuva" e não havendo guarda, o melhor mesmo era o abrigo em cada música, abrindo os braços à intempérie para apanhar um bom resfriado musical.

Abril a Vozes
Músico-Teatral, 2003

Este espectáculo reuniu música, teatro e poesia foi dedicado aos 30 anos do 25 Abril e partiu da ideia de convergir as valências de elementos ligados à d’Orfeu para com isso construir uma apresentação única e original.

Integralmente construído e produzido durante uma semana por: Paulo Brites, BitOcas, Marisa Ferreira, Oscar Pinto, Nuno Candeias, Maria Katsaouni, Toma Brankovanov, Paulina Krzysik, Vânia Pinto, Jorge Casaínho e com a participação muito especial de Nuno Firmino, Joana Castro, Marco Duarte e Guilhermina Branca.

Os nossos agradecimentos à Cerciag, Ana Branco, Conceição Carvalho e à Casa do Povo de Valongo do Vouga.

Emboscadas
Música, 2005

Manual para abrir canções! Na linha das recriações de temas dos cantautores de Abril, a d’Orfeu apresenta um espectáculo de tributo, criado em torno da voz de Miguel Calhaz, numa formação instrumental de sonoridade marcadamente portuguesa. Temas de Zeca Afonso, Fausto, Sérgio Godinho, José Mário Branco, Adriano Correia de Oliveira, Trovante ou mesmo Carlos Paredes, sobem ao palco envoltos na capa do bom gosto e qualidade dos músicos deste quinteto.


Andamento
Teatro, 2003

Um grupo? Um poema? Um andamento?
Antes um grupo com poesia e andamento.
Seja em Abril, em Maio ou em Desmaio, a voz e a música d’Orfeu na palavra, no riso, no gesto ou no silêncio. Seja o poema o grito, o gume, o bálsamo, o canto, o negro, o fogo, a despedida, é sempre da alma a primeira e última palavra.


Culto de Orfeu
Música, 1996

As músicas tradicionais, sejam elas de onde forem, são a paleta de cores que o grupo usa através da concertina, colheres, flauta transversal, cavaquinho, zaclitraques, braguesa, guitarra, vozes, potes, teclados e outros imagináveis. Os instrumentos, como camaleões, ficam da cor das músicas do mundo.

A existência do grupo é intemporal e nele se projectam as vivências dos quatro músicos, que foram emprestando o seu espírito musical a diversos projectos da cena musical portuguesa, entre os quais Danças Ocultas, Orquestra Sons da Lusofonia, Vai de Roda, Tocá Rufar, 4Portango ou Os CantAutores. Em comum, o seu investimento artístico na d'Orfeu - Associação Cultural, estrutura que vem projectando Águeda como ponto de referência dos circuitos musicais.


Com Passos Simples
Música, 1996 – 1999

Foi a primeira criação da associação, envolvendo dezenas de participantes entre alunos, formadores, sócios músicos e actores, num espectáculo representativo dos primeiros repertórios desenvolvidos na formação.

HáCáEcoHá
Músico-Teatral, 2002 - 2005

O gesto da voz do gesto!

"Oh!
O que é que há aqui?
É o eco que há cá!
O quê? Há eco aqui?
Há cá eco há!"

"Formamo-nos e desenformamo-nos
Ao longo de experiências vocais,
Por aqui e por ali,
A qualquer hora do dia ou da noite
E conforme a forma das circunstâncias.

Gestos e jogos
Modos e canções,
Explosões no silêncio
Jornais nos jograis
Palavras suadas
Emoções transpiradas
E outras que tais

Era o chão que batia batendo nos nossos pés
De cada vez que caminhar era vez
E provocava de quando em quando
Uma vibração por dentro
Que se soltava pela boca fora
Em consonância com o som
Que o bate largava no ar,
Como se caminhássemos para falar
Ou falássemos para cantar.

Eram ritmos ora condicionados ora livres
Conforme a nossa vontade ou distracção.

Eram linguajares que ouvíamos e havíamos praticado
Já tão distraidamente que
Mais soavam ritmos ou texturas sonoras
Do que o seu conteúdo habitual
E o certo é que nos perdíamos nelas,
Experimentando estranhas rotinas
Que nos davam sensações novas
E novos sentidos para a palavra.

O choro que amanhece uma respiração
Ou o soluço que a interrompe momentaneamente
Talvez seja o que de facto procuramos,
Tanto distraídos como entretidos,
Nos troca-sons e palavretes que fazemos
Prolongando o criançar.

Ou não será, a voz, o mais próximo disso!?...
Ou isso, o mais próximo da voz!?... "

4Portango
Música

4Portango redescobre o tango de Astor Piazzolla e nele se compasseia livremente.

O grande compositor argentino abriu para o tango um lugar cimeiro junto a outras expressões contemporâneas da música; criou um novo nexo musical com o passado, dando ao tango uma nova direcção.

Os “tangueros” de Buenos Aires não compreendiam e lamentavam-se por o tango já não ser dançado. PIazzolla não se dança? Como não, se nos convida a voar?!

Fogueira d'Estórias

Tudo começou quando Luís Silva se tornou contador quase sem dar conta.
A partir desse momento, e até hoje, a viagem pelos caminhos das histórias não mais parou, em redor de uma imaginária fogueira d'Estórias. Isto porque os contos estão sintonizados com as nossas angústias e aspirações, estimulam a nossa imaginação, esclarecem as nossas emoções.

As histórias dançam de boca em boca, são como moedas que passam de uma pessoa para outra e que no fim formam um tesouro. Diz-se " Era uma vez..." e logo se abrem infinitas possibilidades!

Tio BiTle
Música | + info
Singela homenagem à banda mais famosa do mundo: The BeaTles.

Esta formação de tributo deu um toque pessoal a temas tão famosos como "Hello, Goodbye", "Strawberry Fields" ou "Get Back" e acompanham as diferentes épocas e fases por que passou o quarteto de Liverpool.

Qualquer semelhança com factos, músicas ou nomes não será pura coincidência.

StarTreko
Música

StarTreko é um projecto de remistura musical que dá um toque urbano às músicas tradicionais.

Este projecto, que teve início em 2006, surgiu da vontade de remisturar os sons tradicionais como Fanfare Ciocarlia, Konono ou outros, transformando-os em música de dança num contexto urbano. Para estes dois músicos a não tem fronteiras, rótulos ou limites. O resultado só pode ser um som tradicional de leste com um groove drum&bass ou o mais duro hip-hop com o acompanhamento de uma sítara.