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Co-Produções

Sendo o trabalho em rede um dos mais valiosos activos da associação, foi estratégia prioritária, desde os primórdios, fomentar o movimento inter-associativo do concelho de Águeda.

O momento-chave desse processo dá-se em 2002, com o incentivo sistemático ao movimento artístico do concelho, através das regalias oferecidas aos membros dos grupos folclóricos, bandas de música, grupos corais e grupos de teatro. Os dividendos não mais se deixaram de sentir. Daqui brotaram outras parcerias com todo o movimento associativo do concelho, tanto na área formativa, como em co-produções locais ao nível da criação, com o caso mais visível de “Rio Povo” (2007 e 2008), uma grande produção inter-associativa em pleno Rio Águeda que reuniu mais de 300 artistas de colectividades do concelho, numa criação que representa com brilhantismo a síntese entre a tradição local e o discurso artístico contemporâneo. A fórmula foi repetida em 2009 e 2010 com novo espectáculo: “Povo que Lavas no Rio Águeda”, um musical contemporâneo e visual, tendo como mito inspirador o próprio Rio Águeda.

No plano nacional, a d’Orfeu mantém parcerias ao nível da programação conjunta ou co-produções com associações, teatros e festivais. É o caso do “Tocar de Ouvido”, em Évora, em parceria com a Associação Pé de Xumbo e a Associação Portuguesa de Gaita de Foles ou a partilha e circulação de espectáculos internacionais com extensões dos principais festivais d’Orfeu, numa lista de parceiros estratégicos que inclui nomes como a ACERT (Tondela), o Teatro Art’Imagem (Porto), o Teatro Municipal da Guarda, o Teatro Virgínia (Torres Novas) e uma série de outros equipamentos municipais e autarquias.